open master

Uma experiência de aprendizagem que vai marcar a sua vida! Uma imersão em problemas públicos reais que vão desafiar você!

Jornada do Open Master

Premissas do Open Master

Aprendizagem a
partir de problemas

situações concretas que inspiram e engajam os participantes

Aprendizagem
mão na massa

interações reais que ajudam a compreender limites e possibilidades de cada experiência

Habilidades
socioemocionais

estímulo constante ao desenvolvimento de empatia, trabalho em equipe, liderança, comunicação e gerenciamento de relacionamentos

Autonomia e
acompanhamento

liberdade para aprender, mas com metodologia de acompanhamento contínuo

Relacionamentos
significativos

pessoas e experiências gratificantes que conectam, inspiram, desafiam e marcam positivamente

Posso participar dessa experiência?

Se você tem interesse em propor soluções para aprimorar os serviços públicos brasileiros, o Open Master é para você!

8 edições

de grande sucesso

Temas

relevantes
e diversos

Alumni

rede de
90 lideranças

28

projetos
aplicados

+20

mentores com reconhecimento nacional
e internacional

As turmas de 2021 já começaram!

Veja os selecionados
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Período das Aulas

junho a agosto

Sábados alternados às 10h ou às 15h 

Qualidade da gestão da saúde

Qual a principal preocupação dos brasileiros e brasileiras hoje? A pandemia, o acesso ao sistema de saúde e o desemprego, nessa ordem, são os temas que mais preocupam os cidadãos e cidadãs. É o que aponta a pesquisa What Worries the World, realizada pela IPSOS em 2020, em 28 países. Porém, a gestão da saúde no Brasil exige estratégias que vão além das soluçõesa para a crise sanitária. Demandas represadas, problemas de coordenação e financiamento sinalizam alguns dos dilemas de um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. O potencial dos avanços tecnológicos, passando pelas inovações de governança e financiamento, relação entre entes públicos e privados…nosso desafio no OpenMaster é enorme: como aprimorar a qualidade dos serviços de saúde no Brasil, garantindo oferta e acesso a todos que necessitem?

Desafios:

Consórcios públicos

O consórcio público é uma tecnologia institucional projetada para viabilizar a ação pública em rede de entes federativos autônomos interessados aprimorar a entrega de serviços e aprimorar estruturas administrativas, otimizar recursos técnicos e humanos ou ganhar escala. Pode facilitar o planejamento local e regional em saúde, viabilizar o investimento financeiro integrado e contribuir para gestão e atendimento das demandas da população. Para muitos municípios pequenos e médios representa a possibilidade de oferecer à sua população serviços de maior amplitude e qualidade, ante a baixa capacidade operacional e estrutura na maioria deles. Como aprimorar a performance dos consórcios públicos? Aceita o desafio?

Financiamento

A medicina e a ciência avançam, novos equipamentos, técnicas e remédios se popularizam oferecendo possibilidades de maior qualidade de vida e longevidade. Contudo, o custo da saúde é crescente, difucultando a gestão de sistemas públicos universais, como o brasileiro. As contradições aparecem também na forma da judicialização. A pandemia só potencializou desigualdades e revela um quadro de difícil gestão. O financiamento da saúde é um dos temas mais importantes do país nos próximos anos, prioridade de cidadãos, gestores e políticos. Que soluções podemos oferecer para esse desafio?

Coordenação de redes

A gestão do SUS conta com mecanismos de governança complexos para coordenação e cooperação entre diferentes instituições, áreas de política, operadores públicos e privados. Configura uma rede integrada, mediante um conjunto de ações e serviços de saúde interdependentes em especialidades, complexidades, conhecimentos e tecnologias. As Redes de Atenção à Saúde (RAS) são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde oferecidos, por exemplo, pelas unidades básicas de saúde ou em unidades ambulatoriais especializadas. São integrados por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão para garantir aos pacientes a integralidade do cuidado. Como promover a integração sistêmica, eficaz e eficiente desse conjunto complexo de operações? Aprimorar o desempenho desse sistema é nosso desafio. Vamos embarcar?

Telemedicina

A pandemia levou muitos brasileiros a experimentar algum tipo de atendimento de telemedicina. São consultas e exames, prontuários e atendimentos digitais que facilitam a vida e transformam a experiência dos cidadãos com saúde pública e suplementar. Regulamentada recentemente, exatamente como resposta à crise da saúde a telemedicina oferece enorme potencial, mas como garantir uma implementação de qualidade, atenta aos aspectos humanos, à precisão de diagnósticos, ao sigilo dos dados e ética profissional? Como ficam os atendimentos locais e regionais no interior do país? Que tal uma imersão prática nesses desafios?

Digitalização de serviços públicos

Grande parte da população brasileira está conectada e adaptada ao mundo digital, embora prevaleçam desigualdades em função de idade, nível de educação formal e renda. Nos três níveis de governo, a satisfação média com os serviços digitais está acima de 50%. São dados da pesquisa do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), divulgada em março de 2021, cobrindo amostra representativa da população em todo território nacional. Por outro lado, quase metade da população brasileira (45%) aponta dificuldades para usar esses serviços durante a pandemia, segundo o Cetic.br, do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Nessa edição do OpenMaster abordaremos os desafios práticos dos serviços digitais no Brasil. Como ampliar oferta, acesso e qualidade levando em conta desigualdades e o grande potencial da transformação digital?

Desafios:

Desburocratização

Em comparações internacionais, de acordo com o relatório Doing Business, do Banco Mundial, podemos observar alguns indicadores que mostram como no Brasil não é fácil fazer negócios. Dificuldades com a complexidade do sistema tributário e a burocracia afugentam investimentos e reduzem a produtividade da economia. O Brasil é um dos países mais avançados nas tecnologias do setor público, porém, diferenças de capacidades administrativas, especialmente, nos municípios persistem. Como podemos simplificar os serviços públicos municipais e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro? Este é o desafio desse grupo

Processos Digitais

Para o cidadão comum, tempo e gastos com procedimentos administrativos, como certidões ou registros de imóveis, são a principal queixa. Felizmente, o atendimento em guichês está ficando no passado com a informatização de processos que também contribuem para o aumento da produtividade dos servidores. Serviços digitais são 74% mais rápidos e, em geral, até 40 vezes mais baratos, segundo pesquisa comparativa do BID. Esses elementos por si só constituiram justificativa suficiente para a transformação digital, mas como construir a cultura e o modelo adequado para sua implementação? Vamos mergulhar nesse desafio?

Inclusão digital e acesso a serviços

Aproximadamente 30% dos lares no Brasil não têm acesso à internet, segundo pesquisa divulgada em 2020 pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic). Na zona rural, 48% dos domicílios não têm acesso à internet, sendo que 39% dos indivíduos nunca acessaram a internet. Nas casas das famílias das classes D e E esse percentual sobe para 50% da população. Como vemos, apesar dos avanços de conectividade e na cultura digital no país, desigualdades regionais e sociais dificultam o acesso a serviços públicos e à cidadania de maneira mais ampla. Como ampliar a inclusão digital e o acesso a serviços públicos nesses contextos? Acesse esse desafio e venha aprender quais soluções podemos construir.

Dados

Alguns dos maiores especialistas do mundo apontam que o futuro das sociedades será decidido a partir dos dados. Comportamento, política e economia serão moldados decisivamente pelos algoritmos. Dados públicos e a regulamentação dos usos privados da informação já representam hoje o alicerce de grandes disputas geopolíticas, legais e tributárias. Como proteger os cidadãos e ao mesmo tempo aproveitar todo o potencial dos dados para customização e oferta de serviços públicos de melhor qualidade? A implementação da Lei Geral de Proteção de Dados e suas consequências também farão parte de nossos desafios nesse grupo.

Perguntas frequentes

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Quanto custa?

O único custo do Open Master é a taxa de matrícula de R$ 150.

Tem certificação?

Sim, a Agenda Pública certificará os participantes com, pelo menos, 80% de presença nos encontros e que entregarem o artigo final.

 

Como é o processo seletivo?

Definimos os temas e abrimos o processo de inscrições. Os interessados (as) devem se inscrever no assunto de interesse. A seleção é feita pela equipe da Agenda Pública com base no perfil, disponibilidade e motivação. 

 

Preciso ter alguma formação específica para participar?

Pessoas com qualquer formação podem participar. Queremos compor um grupo com alto potencial de geração de mudança e o mais diversificado possível. Entretanto, é preciso que os candidatos tenham interesse e familiaridade com assuntos relacionados à gestão pública.

 

Preciso participar de todos os encontros?

Sim, é importante a participação em todos os encontros do Open Master.

 

Quais os critérios de avaliação?

Os participantes serão avaliados continuamente durante o processo, considerando elementos como interação em grupo, participação nas atividades regulares e mentorias, envolvimento na construção das soluções e qualidade do artigo final.

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